Ja o conseguem montar sem grande ajuda e assim adoram brincar,correm armário entrada escolhem roupa e sapatos e dao vida ao esqueleto por quem o GUGU tem amizade sem descrição...O Amor conquista-se sempre teve medo dele por isso esta semi escondido se bem que todos saibam onde ele esta,com tempo e com todas as brincadeiras usadas para lhe desenvolvermos linguagem começou vê-lo como um amigo..Por ele o esqueleto ia com ele para casa e voltaria no dia seguinte
11 setembro 2016
Nao temos saber letras para ler pois nao?
Ele é um lider. Tem discurso pouco comum sobre forma como ve o seu Mundo. Adoro ouvi-lo falar livremente sobre o que pensa, das pessoas ,das regras ,da escola de aprender. Pensei que Nunca lhe conseguiria CATIVAr o gosto pelas letras ,pelos numeros .A cada atividade proposta recusava ,depois começou olhar atento e quieto mas mostrando-se desinteressado...
Um destes dias encontrei-o a "ler" tirei foto, ele olhou sorriu e disse:
-Estou ler!
Retribui sorriso
Ele questionou:
Nao temos saber letras para ler pois nao?
Respondi...Não nao temos.
ELe sorriu e disse:
-Sabes conheço algumas destas letras :)
Um destes dias encontrei-o a "ler" tirei foto, ele olhou sorriu e disse:
-Estou ler!
Retribui sorriso
Ele questionou:
Nao temos saber letras para ler pois nao?
Respondi...Não nao temos.
ELe sorriu e disse:
-Sabes conheço algumas destas letras :)
Vamos ler?
Agora é isto, um senta-se a "ler" um livro ele pega num também fica ali sentadinho a ver as imagens...
Quando historia do Rodrigo acabou ele disse:
_Vitoria Vitoria ?Acabou-se historia .
Quando historia do Rodrigo acabou ele disse:
_Vitoria Vitoria ?Acabou-se historia .
E o pequeno Duarte fechou também o livro dele
04 setembro 2016
Eu Prometi
Prometi-lhes algumas novidades que juntos decidimos .
Um almoço num sitio especial
Um passeio a um sitio especial
Uma escola aprender lutar
Um passeio no "nosso" sitio especial num dia de chuva
Estou em divida com areia dentro da sala...
Este foi um dos prometidos bolachinhas, agua fresquinha, e muitas brincadeiras e rebolões na relva!
ISto é que é vida!
Desta vez eu não sugeri nada... Foram eles que repararam naquela sombra e naquela arvore.
Perguntaram se podíamos parar um pouco.
Aceitei!
Todos em silêncio simplesmente porque calhou...E o Pequeno R... Decide deitar-se e olhar arvore, e dado momento comenta..
Isto sim ,isto é que é vida!
Gosto especialmente quando percebo que usufruem de coisas simples da vida mas cheias de significado!
Perguntaram se podíamos parar um pouco.
Aceitei!
Todos em silêncio simplesmente porque calhou...E o Pequeno R... Decide deitar-se e olhar arvore, e dado momento comenta..
Isto sim ,isto é que é vida!
Gosto especialmente quando percebo que usufruem de coisas simples da vida mas cheias de significado!
01 setembro 2016
Aos olhos da Sofia,dos meus e de muitos outros!
Quando é que voltamos a ver as nossas crianças como crianças? Quando é que vai passar a ser normal (outra vez) uma criança com 3 anos fazer uma birra? E quando é que se tornou uma ofensa pública, uma criança de 6 anos decidir começar a cantar numa esplanada? Quando foi que deixámos de ver os nossos pequenos como pequenos? Quando foi que decidimos deixar tanta gente (incluíndo estranhos) influenciar a forma como vemos e tratamos os nossos filhos?
Estou cansada desta sociedade de cristal em que vivemos. Cansada de ver pais a criticarem outros pais porque "se fosse o meu, jamais faria um disparate desses". Cansada de querermos que aos 2 anos eles saibam comer de faca e garfo, e aos 3 saibam comportar-se como gente grande durante uma refeição de 3h. Cansada dos que se cansam dos miúdos dos outros, só de lhes porem os olhos em cima, ou de lhes ouvirem a voz. Cansada dos pais pros, com filhos pros, que nos fazem pôr em causa a nossa intuição. O nosso coração.
Chegámos a um ponto em que lemos tanto, debatemos tanto, fazemos tantos workshops, bebemos tanta informação sobre educar uma criança, que nos esquecemos do mais fundamental. Já ninguém se lembra que também já fomos crianças. Todos. E nesse esquecimento profundamente cobarde, alimentamos expectativas para as crianças de hoje em dia, que nunca existiram no passado. E não, eu não sou uma mãe que aceite facilmente faltas de respeito, mas sou e quero continuar a ser uma mãe tolerante para com os erros dos meus filhos (porque sei que também eu os cometo, tantos!), e permito-lhes sobretudo que sejam crianças.
Texto de
Pais com P grande
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