11 outubro 2013

Grafismos



Grafismos!

Cuidadosamente o Miguel completa a sua casa cheia de grafismos.

Que grande se sente a fazer trabalho do grupo dos crescidos...


BRANQUINHOS!



Branquinhos!

Já mexeram na terra?
Assim com as mãos e "esgravatar" com muita força que a terra até entra nas unhas nas mãos e em todo lado?

Nós fomos fazer mesmo isso , sentir,cheirar,escavar brincar na terra e trouxemos uma bocadinho para fazer os nosso branquinhos...




Depois de fazer um belo sorriso e colar os olhos saltitantes foi hora de colocar terra no Branquinho e umas sementinhas .O que serão? vamos ter de esperar para descobrir!




E agora água muita água para o nosso Branquinho!






E cá estão eles os nossos Branquinhos :)
Vamos cuidar deles com todo carinho e ansiosos para ver no que se transformam as sementinhas...


08 outubro 2013

1...2...3 Troca

1..2...3 troca, apesar desta actividade não estar destinada ao grupo dos "formigas"( mais pequeninos) o Matias não quis deixa de participar e não se distraiu nem por um minuto.

Cada um pega num jogo ou num brinquedo que mais que agrada, assim que se ouve a música esta na hora de arrumar ( no caso dos jogos guardar peças na caixa) e 1,2,3 troca com amigo do lado o último a fazer troca tem que se juntar a um amigo pedindo que partilhe o jogo consigo e repetindo até ficar um unico brinquedo para todos.





Meditar






Meditar significa "ponderar, projectar, pensar sobre, reflectir" (Dicionário online.), de certeza que já todos nós tivemos de tomar uma decisão importante, de ponderar a escolha entre diversos caminhos e situações do género.

O que talvez, no nosso dia-a -dia, muitos de nós ainda não fez foi uma meditação consciente, organizada, com um determinado fim eleito antes da actividade.

A meditação em si é uma actividade que permite, a cada ser, entrar em contacto com a sua essência, com o seu verdadeiro EU, tantas vezes ao longo da vida esquecido.
A meditação leva-nos ao contacto com a nossa intuição, com aquilo que realmente somos, e que provavelmente se reflectiu muitas vezes enquanto crianças. Através do acalmar da mente, conseguimos ouvir a verdadeira essência, a nossa consciência e tomar decisões mais acertadas, desenvolvendo o auto-conhecimento, a paz interior e o respeito.

O principal objectivo da meditação segundo Natalia Baker "...é que abandonemos o intelecto e entremos num estado de "ser" connosco próprios!



29 setembro 2013

Partilhar










Aprender a partilhar não é fácil, principalmente para as crianças. O problema é que elas são as que mais precisam aprender a partilhar, já que é desde cedo que os pais devem ensinar as regras do bom comportamento na sociedade. Saber e aprender a partilhar é uma das aprendizagens mais difíceis para todos as crianças, por isso mesmo que os pais precisam estar sempre atentos para que não haja falhas nesse aprendizado; isso pode acarretar em problemas na vida futura da criança.

É natural que toda criança pequena brigue com os colegas enquanto estiver brincando. Principalmente quando a brincadeira envolve algum tipo de posse, como a da bola, do carrinho, da boneca, etc. Muitas crianças não sabem que os colegas também estão ali para se divertir e acabam fazendo do brinquedo algo somente seu; isso provoca muitas brigas entre os colegas da mesma idade.

As brigas também podem acontecer entre irmãos, já que não é raro ver que eles não sabem, nem querem partilhar os brinquedos e até mesmo os pais. É muito comum crise de ciúmes entre irmãos, já que o irmão mais velho sempre vê o irmão mais novo como um intruso, que veio para roubar o seu lugar.

Os pais precisam ensinar as crianças o sentido de emprestar, doar, partilhar e viver em sociedade. Uma criança que não consegue partilhar um brinquedo, pode se tornar um adulto frustrado e possessivo, já que não está acostumada a não ter o controle a situação ou a ter que dividir o que quer que seja.

Os pais devem ensinar aos filhos que a partilha ou o desprendimento das coisas não significa perda para sempre. O que ele precisa entender é que isso é apenas um empréstimo, que será devolvido no tempo devido; todos são iguais, e por isso mesmo precisam aprender a partilhar, para que assim tenham as mesmas chances de conviverem em harmonia
( blog da criança)

É acima de tudo aprender a colocar-se no lugar do outro. Paciência muiiiiiiiiiiita, persistência e auto controle.

Hora do Conto






Viva o Outono




INTÉRPRETES – um Avô e dois netos

ANA – Que estás a fazer, Avô? Não ouves, Avô?
AVÔ – Quê?.. Estás aí?.. Estou a tocar, não vês?… Não ouves?
ANA – Bem vejo, bem oiço, mas não é tocar por tocar, deves estar a inventar…
AVÔ – É isso… Estou a ver se consigo inventar uma canção dedicada ao Outono…
ANA (Admirada) – Ao Outono, Avô?
AVÔ – Sim, ao Outono, gosto muito do Outono, é mesmo a estação de que mais gosto.
ANA (Mais admirada.) – Do Outono, Avô?
AVÔ – Sim, do Outono, porque não?… Tens alguma coisa contra o Outono?
ANA – Ai isso é que tenho!… Acabam-se as férias, começam as aulas.
AVÔ – Não tens razão… As férias também não podiam durar sempre, perdiam a graça.
ANA – Isso é verdade.
AVÔ – E voltar às aulas também é bom, vais aprender coisas novas, voltas a encontrar os teus colegas do ano passado, vais conhecer outros, vais fazer novas amizades… E há aqueles jogos, aquelas brincadeiras…
ANA – Isso é verdade.
AVÔ – Vês? Ainda bem que já começas a gostar um bocadinho do Outono, porque eu estava a contar contigo, estava e estou…
ANA – Para quê, Avô?
AVÔ – Para me dares uma ajudinha nesta canção.
ANA – É uma canção infantil, Avô?
AVÔ – Será ou não, depende da tua ajuda, veremos o que sai daqui.
ANA – Vou chamar o João… O meu irmão tem mais jeito para estas coisas.
AVÔ – Está bem, chama-o, mas não te dispenso, venham os dois…

O Outono
é uma estação muito bela, gosto dela.
Cai a folha amarela
cai no chão.
É no Outono que me apaixono, que me
abandono, que me impressiono, que me…
que me…

JOÃO (Interrompendo e gozando.) – Que me dá o sono, que ressono…
AVÔ – João, não me digas que também não gostas do Outono.
JOÃO – Gosto mais do Verão.
AVÔ – No Verão, está muito calor.
JOÃO – Vou para a praia.
AVÔ – Nem toda a gente pode ir para a praia.
JOÃO – Isso é verdade.
AVÔ – A Ana já me dá razão.
ANA – O Outono é um tempo mais calmo.
AVÔ – É isso mesmo…

O Outono é a calma
o Outono tem alma
é o tempo ideal.

Nem o fogo que abrasa
nem o frio de tremer
é a graça
é a asa
é o sal

é o riso
é o siso
é o mar
apetece cantar
apetece viver.

JOÃO (Interrompendo.) – Já está. Avô?
AVÔ – Era bom, era… Uma cantiga…
ANA (Concluindo.) – Tem muito que se lhe diga.
AVÔ – Até já rimas sem querer… É isso, tem que se lhe diga, mas, com a vossa ajuda, talvez se consiga alguma coisa de jeito.
JOÃO – No Outono também começam a aparecer os vendedores de castanhas com aqueles carrinhos muito giros…
ANA – … aquele calorzinho bom!
JOÃO – … aquele fumo que dá gosto!
ANA – E até há aquelas primeiras chuvas… A gente acha graça, saem das gavetas as capas, os carapuços…
AVÔ – E não sei se vocês já repararam que, depois dessas chuvas, fica um cheiro bom no ar.
JOÃO – Já reparei, sim, senhor… Cheira a terra.
ANA – É isso mesmo, cheira a terra molhada…
AVÔ – E, no Outono, há uma luz muito bonita, uma suavidade nos tons, nas coisas… (Retomando a canção.)

Proponho um trono
para o Outono
um sonho
uma canção.

O Outono é a estação da minha predilecção,
da minha adoração, da minha afeição, do meu
coração…

JOÃO (Interrompendo, gozando.) – Ão, ão, ão, ão, ão, ão…
AVÔ (Rindo.) – Estás aqui para me ajudar ou para me gozar?
JOÃO – As duas coisas, Avô.
AVÔ – Tinhas razão… Era “ão” a mais, parecia conversa de cão…
ANA – Um título giro seria talvez “Viva o Outono!”
JOÃO – Boa!… Vamos cantar o “Viva o Outono!”
AVÔ (Cantando.) – Viva o Outono / que é o tempo dos cantores
ANA (Interrompendo.) – Eu acho que é mais o tempo dos pintores… Há a tal luz muito bonita…
AVÔ – Pode ser dos pintores e também dos cantores… Porque não? Comecemos pelos pintores, para fazer a vontade à Ana.
Viva o Outono
que é o tempo dos pintores
tem luz
tem cores
tem harmonia…

JOÃO – E os cantores?
AVÔ – Vai de seguida… Talvez assim…

Viva o Outono
que é o tempo dos cantores
tem som
tem cores
tem poesia.

ANA – A coisa já começa a tomar forma.
JOÃO – O Avô é bestial!
ANA (Cantando.) – Viva o Avô que é o Outono em pessoa!
JOÃO (Interrompendo.) – Boa, essa é boa!
ANA (Prosseguindo.) –

O Avô ama o Outono
ama o Outono da vida
ama a vida
bem cantada
bem pintada
bem vivida…

AVÔ (Interrompendo.) – O Avô não é para aqui chamado.
JOÃO (Reatando a canção.) – Se o Avô é o Outono
acho o Outono bonito
é do Outono que eu gosto
eu quero
eu canto
eu pinto
eu grito
eu grito um viva ao Outono.

E eu dou
um viva ao Avô!

Carlos Pinhão

Maria Alberta Meneres (coordenação)
Histórias e canções em quatro estações – Outono
Lisboa, Lisboa Editora, s/d

Vindimas


Gentilmente fizeram chegar á nossa escolinha uma serie de uvas acabadinhas de colher para fazermos a nossa "Vindima"

Depois de vermos como se processa a vindima e ouvirmos a historia sobre as vindimas, foi a nossa vez...

Uvas prontas primeiro tivemso de provar , na verdade nós nem achamos nada bem ter de fazer o "vinho" porque nós queriamos era comer as uvas que eram deliciosamente doces..

Depois de percebermos os aromas,sabores texturas chegou a hora de colocar no nosso alguidar as nossas uvas, colocar música do malhão , mas que animação e toca bailar mas com cuidado ...